O amante da minha mãe

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Amante da minha mãe – Conto Erótico

Me chamo Gabi, tenho 1 e 60, sou morena clara, corpo cheinho (sem ser gorda), coxas roliças torneadas, bundinha 97 toda redondinha e arrebitada, seios redondinhos que enchem uma mão, cabelos pretos curtos e ondulados, um rosto de menininha, porém um sorriso e olhar dos mais maliciosos…  

Bom, a minha história pessoal picante teve início num determinado dia, no qual eu estava no meu quarto, deitada de bruços em minha cama, trajada num shortinho em malha azulzinho coladinho e sem calcinha, e numa camisetinha regata branca sem sutiã… e aqui eu estava compenetrada no Whats conversando com uma amiga… até que a minha mãe entrou no meu quarto, interrompendo meu bate papo, e disse:“Tô saindo,viu,amor?Olha lá,vai sair não…qualquer coisa manda um whats pra mim,tá bem?Beijos,tchau…”

Enfim, preocupações comuns que de mãe com seus filhos, contudo, eu aqui continuei a teclar com a minha amiga… gastamos os assuntos todos, até que ela teve que se despedir de mim porque disse que a mãe dela havia chamado ela e tal…

Fui saindo da cama e do quarto, caminhando toda preguiçosa e de pezinhos descalços ao chão pela sala, só de roupa de dormir, shortinho curtinho azulzinho mostrando as bochechas da minha bunda, sem calcinha, e uma camisetinha regata branca sem sutiã, tudo estava silencioso e deserto em casa…

Foi quando eu fui passando pelo corredor entre quartos e parei ao olhar pra porta do quarto da minha mãe… me aproximei dando uns dois passos, peguei na maçaneta da branca porta e fui abrindo, olhando dentro do quarto ao enfiar apenas a minha cabeça… o quarto estava à meia luz, diante as cortinas das janelas fechadas… 

Entrei, encostei a porta e dei passos bem devagar rumo a janela de vidro com as cortinas fechadas e as abri, escancarando-as, fazendo a luz entrar no quarto… daí voltei meu olhar para a cama da mamãe, na qual estava deitado de costas o professor de malhação dela, da academia que ela frequenta, e que é o amante da minha mãe… ele é tipo um segredo entre ela e eu, aliás, minha coroa até me paga uma gorda mesada pra mim, além da mesada que o meu pai me paga, justamente pra eu ficar caladinha sobre esse cara que come ela aqui em casa…

O amante da minha mãe é uma delícia, é mais novo que ela, tem 27 anos, é bem encorpado, alto, moreno claro e cabeça raspada… Pois bem, eu aqui me aproximei da cama sem acorda-lo, pondo meus joelhos em cima e subindo, espiando corpão sarado dele, onde da cintura para baixo estava coberto com um lençol branco… e aqui ajoelhada ao lado direito dele, eu peguei bem devagar nesse lençol que cobria a virilha dele, e dei uma puxadinha… o puto não reagiu, continuou de olhos fechados e dormindo… e sem despertar ele eu fui puxando… puxando…

E aqui deixei a virilha dele nua, toda lisinha, expondo o pau moreno claro dele, adormecido… fiquei espiando e imaginando ele duro… me excitei ao imaginar, e não me segurando de vontade eu aqui toquei no pau dele de leve com meus dedos, até que o seu dono aqui despertou, meio assustado ao me ver e se sentando encostado na cabeceira…

– Gabi? Que é que tu tá fazendo, menina? Se a tua mãe sabe que tu entrou aqui ela mata nós dois… (amante da minha mãe)

– Minha mãe é uma vagabunda mentirosa… se eu quiser ferrar ela e tu, seu filho de uma puta, eu entrego vocês pro meu pai quando eu bem quiser, tendeu?… (eu)

– Tua mãe me disse que te paga bem pra tu ficar calada sobre a gente… quer mais o quê?… (amante da minha mãe)

– O que mais eu quero? Vem aqui, vem… deita aqui… se a minha mãe te usa, eu também mereço te usar, seu vagabundo… (eu)

– Melhor não, menina… (amante da minha mãe)

– Cala a boca, seu escroto, tu não tem moral nenhuma pra mandar em ninguém aqui não… quer levar um tiro nessa cara? Então faz o que eu quero e eu te mantenho em segredo… (eu)

– O que tu quer? (amante da minha mãe)

– Eu quero esse pau duro na minha buceta… ou ele só fode buceta velha? (eu)

O amante da minha mãe me obedeceu e voltou a deitar de costas, enquanto eu, ao lado direito do corpo dele, e sentada em meus calcanhares, segurava o pau dele ainda adormecido e o punhetava levemente… ele olhava pra mim e me chamava de safada, e eu apenas encarava o pau dele na minha mão em movimento numa sutil punheta: “rrrmmmrr, que mãozinha gostoosaaaa, rrmmmrrr…” Debrucei meu rosto na virilha dele, abocanhando a cabeça rosada da rola dele com a minha língua apoiada por baixo, abarcando o inchado falo numa bocada só, movimentando a cabeça para baixo repetidas vezes ao tempo em que eu já sentia o pau crescendo, endurecendo na minha palma direita e entre os meus lábios, e ele revirando os olhos e gemendo:“aaaiii, cachoorraa, tu chupa mais gostoso que a tua mããee, mmmrrr…”

Sim, e eu não ficava apenas no boquete não, eu descia a língua na extensão de todo o cacete até abocanhar os ovos lisinhos e chupa-los com uma certa pressão, fazendo o puto da minha mãe gemer e se contorcer de tesão, de dor, mas logo eu subia de novo com beijos e lambidas até abocanhar o rosado e macio falo inchado:“rrraarr,saafaadaa,tão noova e já chupa uma rola feito uma puutaa,rrraaammmrr…iissooo,iisso,chupa só a cabeça da minha roola,vaaiimmrr,rraaammrr…aaii,caraalho,desse jeito eu gooozo,rraaarrr,rraaammmrr…”

… caralho, que rola mais gostosa de mamar… e eu mamava fazendo barulho, lambuzando a boca e o queixo, meus delicados lábios chegavam a fazer bolhas de cuspe e baba no boquete, mamando com força, punhetando com a minha delicada mãozinha direita ao meio, deixando as veias do cacete irrigadas e ressaltadas, puxando a pele para baixo e expondo mais e mais a inchada cabeçona dessa delícia de rola, até que ele soltou um gemido agudo, onde jorrou feito uma fonte um jato espesso de porra branca do buraco da cabeça da sua rola, indo pro alto e caindo de volta na sua virilha e abdômen, tudo enquanto eu o punhetava, sendo que os demais esguichos melaram meus lábios e língua… escorregando no pau dele e melando os dedos da minha mão segurando-o firme, punhetando-o… aproveitei e lambi tudinho, cada gota de porra que melava meus dedos e o pau dele, varrendo tudo com minha língua e sugando inclusive a porra que estava jorrada na barriga sarada dele, tudo sem parar de punhetar o caralho dele…

Me pus então de pé ao chão, ao lado da cama, onde peguei nas pontas da minha camisetinha regata e a ergui… tirando-a e a jogando na cara dele… que ria pra mim, me chamando de gostosa, atento aos meus deliciosos peitos de moça empinadinhos… depois peguei nas laterais do meu shortinho e o desci meio que rebolando para o mesmo ir abaixo pelas minhas ancas… expondo assim diante dele o meu delicioso corpinho gostosinho de ninfeta, cheio de curvas e recheios… com uma careca bucetinha bem inchadinha… e ele, se punhetando de leve:

– Nossa, tu é gostosinha demais, hein, pirralha? (amante da minha mãe)

Me fala… já bateu punheta imaginando me comendo junto com a mamãe, já, seu puto?(eu)

– Ia ser uma delícia se ela te aceitasse na cama com ela junto… (amante da minha mãe)

– É, mas agora quem manda aqui é só eu, seu safado, te prepara, filho da puuta, que eu vô esfolá essa tua rola com a minha xoootaaa… te prepaaraaa… (eu)

Eu aqui me erguendo e me sentando montada na altura da virilha dele, encaixando com uma mão por baixo de mim a rola dele na entrada da minha xota:“Filho da puutaaa, eu te vi metendo na buceta da minha mãe, sabiiaa?…eu vi ela deitada na mesa da cozinha com o teu pauzão atolado na buceta velha dela, no meio das pernas deeelaa… safadooo… aaiiimmrr… aaiiimmrr, tá entraando gostooosooo, mmmrrr…”  Fui sentando e me abaixando sutilmente no pau dele, dando uma reboladinha enquanto minha xota aceitava a cabeça da rola dele, bem devagar e malicioso…“aaiiimmrr,tô tooda arrepiadinha só de sentir a cabeçona desse caraalho na portiinha da minha xereca,mmrrr…” Toda empinadinha e acocorada por sobre a pica do puto da minha mamãe, fui sentando aos poucos ao tempo em que fui forçando a passagem da cabeça da rola dele na minha quentinha, molhada e apertadinha caverninha vaginal: “rrmmmrrr,aaaii,caraalhoo,que pauzão mais gostooosooo,rraaammrr…” E depois de alguns segundos já aconchegada sentada na pica do puto, eu comecei aqui a cavalgar, e ele louco: “aaarrr, gaata da buceeta gostoosaa,rraammrr,calvaalga,vaaiimmrr,fode minha piica, princesinha,foodiirrr,fode que tá gostoosoo,vaaaiimmrrr…”  Ele apoiava as mãos numa nádega e outra, sentindo o sobe e desce da minha bunda, cavalgando cada vez mais rápido, sentindo o caralho duro dele na minha apertadinha buceta sem escapulir de dentro, comigo completamente enlouquecida, cavalgando de mãos apertando meus peitos, de olhos fechados e boquiaberta a gemer feito uma putinha:“aaarrr,aarrr,aaiii,filho da puuta do pauzããooohhrr,aammmrr,aaiii como é gostooso sentir tudo isso dentro de mim,rrouummrr,aaarrr,aaaarrr, aarr,aarrr,aaaii,minha xereeca vai arregaçaaarr,rrraammmrr…aaiii, caraalhooorr…” Eu me sentia toda dona do cacete do peguete da minha mãe, ritmando meus quadris num sobe e desce empolgado, toda arrebitadinha montada nele, comendo cada centímetro da rola dele com a minha xota enquanto eu subia e descia, subia e descia… gozando forte… parando montada no pau dele, todo enfiado enquanto eu me tremia toda e gemia de prazer, sentindo meu corpo explodindo de espasmos, com as minhas coxas tremendo e minhas nádegas se contraindo…

Ele me tirou de cima dele, me derrubando do colo dele, onde caí deitada na cama, ao lado dele, e ele domando minhas coxas, me arreganhando toda e caindo de boca na minha buceta, me chupando tão intenso que eu ergui as costas da cama me estremecendo toda numa explosão de espasmos, agarrando os panos toda agoniada diante dos lábios grossos do puto se movendo forte no meio da minha bucetinha, sugando meu grelinho com agressividade como se quisesse arrancar ele de mim: “aaaiiii booca gostoosaaaaa…rraaiiimmmrrr,me chuupa, filho da puutaaaarr,mmmmrrr…me chuupaa,vaaiiimmrrr…” Só que antes mesmo da minha buceta gozar na boca dele, ele ergueu o seu corpão suado e sarado por sobre o meu, deitado aqui de costas nos panos amarrotados, procurando espaço entre as minhas coxas roliças e morenas com a sua virilha, ao tempo em que segurando seu pau com a mão direita ele deu uma esfregada de falo na fenda da minha bucetinha e meteu numa socada só… indo fundo, me fazendo revirar os olhos e perder o fôlego ao sentir todo o cacete entrando na minha buceta, e logo foi socando e me sacudindo junto ao colchão, batendo com o falo no fundo da minha buceta à base de bombadas de virilha entre as minhas pernas, fazendo barulho de ovadas, e eu sofrendo principalmente ao sentir os exagerados centímetros da rola dura e grossa dele alargando a minha buceta, num entra e sai constante e cada vez mais acelerado:“aaiii,filho da puutaarr,aaiimmrrr,aaaiimmrr,aaiii que piica graandiiiirr,aaiiimmrr,aaiiimmrr,aaii minha buceeta,pooorraaaarr,mmmrr, mmmrrr…”

E ao diminuir seu ritmo, ainda em cima de mim e entre as minhas pernas, ele dedicou-se a beijar minha boca, meu pescoço todo, meus peitos, subindo de novo pelo meu pescoço, chupando a minha orelhinha direita enquanto por baixo dele eu me contorcia deitada de costas, e nisso a sua rouca voz sussurrou:“Anda, gatinhaarr…me mostra tua coragem…te quero de quatro…vou meter no teu cuzinho…tu aguenta?”

Me arrepiei toda, chegando a arfar de tesão com a proposta mais do que safada, porém gargalhei em meio a ofegos, empurrando ele do meu corpo, virando de bruços, enfiando a minha cara na cama em meio aos panos desarrumados, me derretendo toda em suor e cansaço, olhando para ele por sobre meu ombro e falando:“Se fizer o meu cuzinho gozar com a tua língua,safado,eu deixo… Andaaarr,chupa o meu cu,chuupaarr…” Não foi um convite irrecusável, assim ele meteu a cara no meio da minha suada bunda morena e me lambeu muito e tesudo o cuzinho, deixando minhas nádegas bem arrepiadas, enfiando a língua de forma endurecida bem dentro do meu apertado buraquinho anal, me fazendo gemer descontroladamente, apesar de estar temendo pelo estrago que o cacete dele poderia deixar em seu pobre cuzinho:“aaiiimmrrr,cachoorrooo,iissoorr,assiimmrr, aassimmrr,aaiimmrr,que deliiciiaaarr,fode gostooso meu cuu fooodiiirrr, rraaammmrr…não paara,vaaiimmr,aassiimmrr,tu tá me deixaando com muuita vontaade de dar o cuuurrr…aaiiimmmrrr teesããuummrr…” Além de tapas na minha bunda, ele me beijava, chupava, mordia, me incitando:“O teu namorado come gostoso teu cuu?Hein,safaadaarr?” E eu, gemendo e rebolando na cara dele: “Siimmrr…ele meete beem gostooso no meu cuziinhooorr, mmmrrr…” E ele, lambendo ao redor do meu cuzinho:“Saafaadaaa…já que tu tá acostumada a tomar no cu,então te prepaaraaa…vou te mostrar porque é que a tua mãe gosta tanto de sentir a minha piica no cu deelaaa…Vou comer a tua bunda que nem eu como a bunda dela…bem gostoso…Vira!! Andaarr!!”

Me pus de quatro no meio da cama pra ele, rebolando toda cachorra e empinada pra ele, pedindo quase suplicando, agoniada de tesão: “aaiiimmrr,eu queero sentir essa picoona toodinha dentro do meu cuurr…veeiimmrr, mmmrr, meetee, mete essa pica gostoosa no meu cuu, meeeteeee…” O puto estava muito a fim de me enrabar, e se não bastasse sua vontade natural, o fato da minha bundinha, toda viradinha de quatro para ele, ser toda empinadinha, toda dura e redondinha, só deixou ele ainda mais louco, de pau latejando, ansioso para meter e sentir meu cuzinho bem gostoso…

Ele deu uma cuspida antes, passando o polegar direito nas minhas preguinhas, e eu toda arrepiada e gemendo, porém, pedindo a ele:“Cuidaadoooorr…mete devagaarr…” Ele ria cinicamente, falando:“Relaaxa, gata…”  Empunhando o seu cacete e esfregando o falo no meu cuzinho pequenininho, me fazendo aqui de quatro impulsionar meu corpo para frente diante dos arrepios e espasmos que senti conforme esse falo me cutucava o cuzinho, com ele mandando:”Relaxa, meniinaarr… acalma essa bundinha, vaaii… relaxa o cu… relaxa esse cu se não vai doer pra caraalho…” Ele me segurava a bunda com uma mão e com a outra segurando o seu pau, começava a empurrar devagar de encontro ao meu cuzinho, forçando sem pressão a entrada da cabeça da rola:“aaiiimmrr, caalma,seu puuutooorr, mmmrr…” Ele ficava ainda mais excitado com o meu jeitinho manhoso ao gemer me ardendo toda, parecendo uma virgem prestes a ter o cabaço do cu quebrado:“Relaxa, se não dói…” Ele forçou dando uma erguida de corpo por sobre a minha bunda, ao ponto deu deitar de peitos e cara na cama, agarrando nos panos e apertando os olhos ao gemer agoniada:“aaaaaiiimmmrrr,aaarrrrammmrrr, aaiii, meu cuuu, seu poorraaarr…”

Ele me segurava pelas ancas e impulsionava sua virilha para frente, me dando estocadas com o pau no meio da minha bunda virada para ele… e nessa sequência de empurrões de pica, o meu cuzinho foi cedendo e recebendo mais e mais centímetros até da rola dele:“ai aaiiirrr, aaaiiirr, aai aaaiiirr, rraammmrrr, aaiiimmmrr, mmmrr, ai ai aimmmrr, aaiiimmmrr… meete devaagaarr, seu escrootoooorr, devaagaarr que o meu cuzinho é peequeenooorr, aaaiiimmmrr…”

Ele estava delirante, fudendo meu cuzinho bem devagar, com jeito pra não arrombar, curtindo cada socada adentro, empurrando as pregas e puxando, indo e vindo, indo e vindo sem desatolar, e eu gemendo toda agoniada de peitos e cara na cama, mordendo a fronha, e bunda erguida pra ele:“aaii, moleeca do rabo gostooso, como o teu cu é bom de meter rooolaaarr, mmmrr, vô goozaar bem deentrooorr… aaiiimmrr…” 

E aproveitando que o meu cuzinho já estava aberto, o amante da minha mãe começou a dar impulsionadas com mais rapidez e força: “aaiii que dooorr, aaiii que dooorr… mmmmrrr, aaiii meu cuurr, aaiii meu cuuu poorrraarr, aaiiimmrrr…”  Dando tapas em minhas nádegas, enquanto assistia o próprio pau atolado no meu cuzinho, movimentando-se indo e vindo gostoso:“queer maaiiss? rrmrr? Quer mais piica nesse teu cuu, queerr? Empiinaarr, então, eempiinaarr… toomaarr, toomaarr… tooma tuudinho no cuu, tooma, sua safaadaarr, mmmrrr…”

Me acostumei com o vai e vem do cacete do peguete da minha coroa, fudendo meu cu de tal forma que a dor foi virando prazer, e nisso fui caprichando na empinada de rabo pra ele, que me puxava pelas ancas de encontro a virilha suada dele, bombando ao encontro da minha bunda num ritmo cada vez mais acelerado: “rraaiimmrr, rraaiiimmrr, rraaiimmrr, aaii meu cuurr, aaii meu cuurr, aaii meu cuurr, filhoo da puuta roluudooorr, aaaaiieeerrr, mmmrrr… aaiii, caraalhooo, tu arroomba meu cuuu, rrraaaaaammmrrr…” E de forma afoita o amante da minha mãe gozou dentro da minha bunda… gemendo urrado feito um bicho enquanto sentia seu pau encher o me cu apertado de porra…

O amante da minha mãe desabou ao meu lado, consumido de suor e cansaço e de pau pulsando, todo sujo de porra… quanto a mim, de cuzinho detonado e ofegando de cansaço e espasmos destruindo meu corpo por dentro, dei um tempo deitada aqui na cama da minha mãe, ele foi pro banheiro tomar um banho…

O certo é que eu até então estou dando umas às escondidas com o peguete da minha mãe, sendo que ele vem quase que me suplicando pra eu falar pra minha mãe sobre o nosso rala e rola, e pedir pra ela vir se juntar a nós… enfim, o safado tem o fetiche de comer mãe e filha juntas… confesso que venho pensando a respeito, e caso eu conte pra ela e ela aceite, eu posto aqui a nossa foda à três… aliás, minha primeira ménage, quem sabe.

Relato cedido por uma leitora do site apartamento69 – relatos contos eróticos femininos… link: http://contosdeliciosos.esy.es/

Nos visitem e mais uma vez, obrigada Lana, pelo espaço aqui

Que tal dar umas espiadinhas em mais contos quentes ? Logo abaixo relacionados os melhores vídeos para você aproveita bastante. Seja feliz

2 comentarios "O amante da minha mãe"

  1. MINEIRO disse:

    Sua safada gostosa adorei o conto kero te comer todinha discreto2017@bol.com.br

  2. Jv disse:

    Muito excitante o conto e que safada ein…
    Ansioso pra ler o conto do ménage com sua mãe.

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