Amigas íntimas românticas apaixonadas!

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No meu conto anterior eu expliquei que me envolvi com minha coordenadora, Silvia, amigas íntimas, no desenrolar disso tudo tem várias outras histórias e uma delas vou relatar como foi.

Meu nome é Katy, tenho 25 anos, branquinha e fofinha rs

Eu e minha coordenadora ficamos bem íntimas, depois da primeira vez que ficamos não conseguimos mais ficar sem se falar, se tocar e se beijar. Todos os dias esperamos uma oportunidade pra dar prazer uma a outra.

Lembro que em uma quinta-feira Silvia chegou dizendo que estava difícil segurar a vontade, que precisava dos meus carinhos, eu então disse que podíamos arriscar ir pra algum lugar depois do trabalho (em casa era sem chance pois nossos maridos estariam por lá), então ela lembrou que tinha uma tia viajando e que havia deixado a chave da casa com a mãe dela, para cuidar das coisas. Ela então ligou e disse pra sua mãe que pegaria a chave para olhar a casa da tia, já que saíria mais cedo do trabalho.

E assim fizemos, saímos do trabalho, Silvia me deixou no carro e foi buscar a chave, depois fomos para a casa da tia dela, uma casa simples, mas eu nem estava preocupada com isso. Da última vez que ficamos somente eu havia gozado e tinha tanta coisa que eu queria experimentar que precisávamos daquele momento.

Logo entramos na casa e começamos a nos beijar, ela disse que tinha um quarto do primo que se mudou do país e seguimos nos beijando até lá,chegando no quarto deixei minha bolsa, ela foi logo tirando a sandália, me abraçando e me tocando carinhosamente. Eu estava amando sentir aqueles carinhos novamente.

Silvia sempre toma a frente e me puxou pra cama, tirou minha roupa e começou a se despir também, ficamos um tempo nos olhando, trocando toques, sentindo o gosto uma da outra, até que resolvi experimentar a buceta dela, ela tinha uma buceta com lábios grandes e bonitos, estava depilada e bem rosinha. Fui logo colocando a boca, dava beijos de língua naquela buceta grande, ouvia ela suspirar, me puxava pelo cabelo e forçava minha boca contra a buceta dela.

Era intenso, como da primeira vez, ela se contorcia muito, chamava meu nome, pedia pra eu chupar mais, eu atendia com rapidez. Naquele momento eu estava satisfeita com o prazer daquela mulher maravilhosa. Nos viramos na cama e eu fiquei por cima, posicionando minha buceta na boca dela e ela na minha, um maravilhoso 69. Além de me chupar e lamber os carinhos dela era um detalhe que não passava despercebido, cada toque, cada aperto na bunda e nas coxas me fazia ficar com mais vontade.

O tempo estava correndo rápido e mal percebemos o cair da noite, não teríamos a noite toda, mas uma boa parte dela. Silvia me puxou, me deitou de frente e se colocou entre minhas pernas. Agora a buceta dela tocava a minha em uma troca de prazer maravilhosa, ela esfregava e quanto mais ela fazia mais molhadas a gente ficava. A buceta dela deslizava sobre a minha e eu melava ela a cada segundo.

Ela levantou minha perna, posicionou o grelinho dela juntinho ao meu e começou a intensificar os movimentos, aquilo foi me tirando o fôlego e eu em pouco tempo gozei, jorrando meu líquido naquela buceta grande e lisa da Silvia.

Nos abraçamos e ela sorriu, eu então percebi que ela ainda não havia gozado, rapidamente dei meu jeito, fui pra fora da cama, puxei ela pra se sentar, e coloquei minha cabeça entre as pernas dela, eu chupava com força e isso deixava ela suada, passados alguns minutos ela gritou muito e me surpreendeu com um jato quentinho saindo da sua buceta, eu não pensei duas vezes e tomei tudo que consegui daquele mel de prazer.

Respiramos, nos deitamos e ficamos nos beijando, ainda eram 19h e ainda podíamos desfrutar um pouco mais da nossa noite, Silvia disse que queria me ver me tocando, e foi o que fiz, me levantei, coloquei um dos pés sobre a cama, levantando a perna e comecei esfregar meu dedo na minha buceta, ela olhava concentrada, e começou a se tocar também, não resisti, fui logo pra cama e comecei a chupar aqueles seios, por serem médios eu conseguia colocar boa parte na boca, babei e chupei muito até praticamente acabar minha saliva.

Ficamos nos esfregando, seios com seios, mão nas coxas, no bumbum. Até que ela me virou de bruços e começou a beijar minhas costas, fazia quase uma massagem em mim, alternando entre mãos e língua, em um momento de loucura eu abri meu bumbum e coloquei um dos dedos no meu cuzinho, ela suspirou e falou no meu ouvido;
Sua vadia!

Somente sorri, ela então me poupou o trabalho e coloquei seu dedo no meu buraquinho, me excitei mais quando ela tirou do dedo do meu cu e chupou, depois disso foi com a língua molhada pro meu cuzinho, nesse momento ele já pulsava querendo ser penetrado, ela então começou a lamber, entre cuspes e lambidas ela as vezes colocava um ou dois dedos. Ela parecia estar adorando aquilo, babava, chupava, lambia e se tocava.

Ela então pediu pra eu ir por cima, se deitou e me guiou com o cuzinho na sua boca, aquela posição seria bem melhor pois ela ainda podia tocar meu grelinho enquanto chupava meu cu. Alí ficamos alguns minutos, notei e que ela estava muito inquieta, as vezes tirava a mão da minha buceta e passava em suas coxas, no seu bumbum. Deduzi que ela também queria ser chupada e foi o que fiz.

Me ajoelhei na cama, pedi que ela ficasse de quatro, ela prontamente abriu o cuzinho pra mim e comecei aquele ritual delicioso, minha língua ia mais fundo que a dela em mim, acho que isso estava matando ela de tesão. Me entreguei de verdade e resolvi arriscar, abri a bunda dela com as duas mãos e fiquei alí chupando aquele cu, quando escorria pelas pernas eu fazia questão de sugar aquele líquido, era uma mistura de nojo e prazer, depois de algum tempo nem senti mais o gosto estranho, parece que o cuzinho dela estava tomado pela minha saliva.
O corpo dela começou a se contrair, consequentemente o cuzinho ficou mais apertadinho com minha língua quase que toda lá dentro, aquilo foi muito bom, Silvia me ajudou a abrir o bumbum e com uma das mãos toquei o grelinho dela, ela deu um suspiro forte e começou a gemer alto, foi então que senti aquele jato delicioso em minha mão, ela rapidamente puxou minha mão e quis provar do seu próprio mel.

Chupei o cu dela por mais alguns minutos até a posição começar a ficar incômoda, depois nos deitamos, ela tocava meus seios e sorria, dizia que eu era maravilhosa, que estava amando tudo aquilo. Eu disse que estava sendo um dos melhores momentos sexuais da minha vida. Em meio a conversa eu comecei a tocá-la novamente, ela se entregou, relaxou, deixou os braços abertos na cama e somente me sentia, fui pra cima dela, posicionando minha buceta encostada na dela, entrelaçamos novamente as pernas e ficamos nos alisando, esfregando lentamente, grelinho com grelinho.

Silvia estava cansada e demonstrava isso nitidamente com sua respiração, ela começou a suar muito, soltar gemidos altos e apertar meu corpo, foi então que ela gozou novamente, ela rapidamente me deitou abriu minhas pernas e começou a me chupar, ela queria tomar meu melzinho e eu dei a ela depois de alguns minutos.

Estava satisfeita, ela havia gozado bastante e eu também, eu estava adorando ter uma amante daquelas, era um filme da vida real. Nosso filme era louco, com cenas quentes e demorava muito a terminar.

Saímos de lá por volta de 22 horas, ela me levou em casa de carro e chegando em casa me mandou mensagem dizendo que a calcinha dela estava encharcada só de pensar e mim, ficamos trocando mensagens mais safadas até que resolvi me tocar, meu marido já estava dormindo, fiquei alí quietinha, somente movimentando os dedinhos, até gozar.

Aquela noite tinha sido maravilhosa a ponto de eu me excitar só de lembrar, eu fechei com chave de ouro, me masturbando até meu último gozo da noite, dormi feito um anjo rsrs

No dia seguinte no trabalho Silvia estava exausta, mas ainda trocamos algumas carícias e beijos.

Foi assim que me entreguei de verdade pra minha amante, espero que tenham curtido o relato, não deixem de enviar comentários katyf083@gmail.com

Beijos da Katy

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